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Quanto devo cobrar por um produto/serviço? Essa é uma dúvida comum entre empreendedores que estão abrindo seu próprio pela primeira vez, como em empresas que estão lançando um novo serviço e até mesmo entre freelancers.

Para cada situação citada, existe condições que devem ser ponderadas. Mas existe uma premissa que todas elas admitem que é a seguinte: ao delinear o preço de um produto/serviço, você não deve restringir seu pensamento ao fato de que ele deve ser agradável ao bolso do consumidor.

Existem muitos outros fatores que devem ser levados em conta, quando você for estabelecer o valor de uma determinada mercadoria. E nós listamos eles.

1 – Custos e despesas

Um dos primeiros fatores que você deve levar em consideração ao precificar um produto são os custos e despesas que sua empresa possui.

Custos são todos os gastos que a empresa tem para obter seu produto/serviço. Já as despesas são os gastos que não estão diretamente ligados a produção do produto/serviço.

Para saber quanto cobrar por um produto, você precisa saber quanto dinheiro sua empresa precisa ter em caixa para continuar atuando.

Então, coloque na ponta do lápis qual o valor que você desembolsa com: aquisição de matéria prima ou o produto, impostos, taxas de manutenção e operação da empresa, divulgação.

2 – Lucro

O lucro de uma empresa é o valor obtido entre a diferença entre o faturamento das vendas e os custos/despesas da mesma. É importante levá-lo em consideração ao precificar um produto, pois quem possui um negócio não deseja ganhar apenas a quantidade exata para pagar as contas.

Não existe uma margem de lucro ideal para todos. Ela depende de empreendedor para empreendedor. Uma dica é descobrir qual a porcentagem que outras empresas do ramo trabalham.

Mas lembre-se de ser justo. Uma margem de lucro muito alta, pode resultar em um valor irreal, que acaba afastando os clientes.

3 - Concorrência

Sua concorrência é outro fator que influencia na precificação do produto/serviço de sua empresa. Se o seu preço for mais alto que o da sua concorrência, o consumidor pode acabar comprando dela. Mas isso também não significa colocar um preço muito baixo e prejudicar a saúde financeira do seu negócio.

Em relação a concorrência é importante destacar que oferecer uma boa experiência ao cliente (atendimento personalizado, ambiente limpo e perfumado, etc), aumenta a percepção que o cliente tem em relação ao seu preço. Dessa forma, fica muito mais fácil convencê-lo de que vale a pena pagar aquele valor por determinado produto/serviço.

Conclusão

O processo de decisão de preço de venda de um produto/serviço deve ser feito com cautela. Quando a decisão tomada é adequada para o negócio, ele tem tudo para prosperar, enquanto a decisão errada pode, até mesmo, levar uma empresa a falência.

Você sabia que contar com a assessoria de uma empresa contábil pode facilitar esse processo? Como a empresa de contabilidade acompanha de perto os gastos de cada departamento e da empresa no geral, ela sabe, por exemplo, quanto essa empresa precisa ter em caixa.

Com essas informações, precificar um produto/serviço fica menos complicado.

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Empreender é desafiador. Quem decide investir na abertura de um negócio próprio, se torna responsável por tomar decisões de diferentes naturezas. E na maioria das vezes, além de pensar em uma solução, o empreendedor também é o encarregado de executá-lo.

Lidar com a burocracia de ter um negócio legalizado, definir o local de trabalho, encontrar um bom fornecedor, contratar funcionários competentes. São tantos detalhes que exigem a atenção do empreendedor, que ele acaba deixando o planejamento financeiro para depois.

Mas isso é um erro! A finança de um negócio é um importante tópico, que deve ser pensada com cuidado, durante todo o processo. Nós já mostramos os gastos que um empreendedor tem ao abrir um negócio.  Agora, vamos dar algumas dicas de finanças para você que está começando seu negócio próprio.

1 - Nunca misture as finanças pessoais com as da empresa                       

Administrar as finanças pessoais e as finanças de uma empresa pode ser confuso. Nós sabemos disso. Mas é de extrema importância que você faça isso de forma separada.

A forma mais simples de fazer isso é ter duas contas no banco: uma destinada as suas contas pessoais e outra para as movimentações financeiras do seu negócio. Assim, você evita gastar um dinheiro que é seu, em uma conta da empresa. E vice-versa.

 

 

2 – Tenha um planejamento financeiro

Um dos principais motivos do fechamento de micro e pequenas empresas, é a falta de planejamento financeiro. Esse documento projeta as receitas e despesas da empresa em um determinado período e estabelece metas para curto, médio e longo prazos.

Ele é a base para quase todas as práticas de uma empresa. Pois é com base nessa projeção que o empreendedor consegue analisar quais investimentos realizar e em que momento fazê-lo e se em alguma etapa da operação, ele precisará reduzir os custos.

 

3 – Conte com ajuda                    

O empreendedor que não é da área contábil, pode ter maiores dificuldades para lidar com as finanças da sua empresa. Por isso, contar com a assessoria de uma empresa contábil é essencial.

O custo de contratar uma empresa de contabilidade pode, à primeira vista, parecer alto. Mas quando comparamos ele, ao custo que você terá caso a Receita Federal bata na sua porta, ele se torna justificável.

Receber consultoria de uma empresa de contabilidade possui outros benefícios, como explicamos no artigo da semana passada.

 

Conclusão

Como nós dissemos na introdução deste artigo, sabemos que abrir um negócio exige a atenção do empreendedor para diversas áreas. E o financeiro é uma delas.

Empresas que estão começando devem ficar atentas a todas as contas a pagar e a receber, pois elas indicam a saúde financeira da mesma.

Esse acompanhamento também permite que o empresário calcule com precisão o capital de giro e defina as melhores datas para pagamentos, recebimentos, realização de promoções, entre outros aspectos do negócio.

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Essa dúvida é muito comum entre os empreendedores de primeira viagem, ou melhor dizendo, de primeiro negócio. E a resposta para ela é: SEM DÚVIDA NENHUMA! Quer saber por quê? Continue a leitura e descubra as vantagens de se contratar uma assessoria contábil.

Assessoria contábil para uma pequena empresa

Alguns empresários acreditam que a contabilidade só cuida do pagamento de impostos. Mas esse setor pode fazer muito mais pela empresa, como por exemplo:

- Regularização nos órgãos públicos;

- Consultoria Tributária/Fiscal;

- Consultoria Trabalhista;

-Acompanhamento dos índices econômico-financeiros do negócio;

- Cumprimento de todas as obrigações acessórias (Fiscais, trabalhistas, etc).

Ao observar todos esses detalhes, o profissional de contabilidade cria um balancete com importantes informações sobre a empresa. Esse balancete é essencial para as pequenas empresas, pois traz dados que devem ser levados em consideração nas tomadas de decisões, e ajudam o empreendedor a evitar qualquer surpresa desagradável.

Se uma pequena empresa deseja crescer de forma saudável, ela deve contar com a assessoria de uma empresa de contabilidade!

Detalhe importante! O art. 1.179 da Lei 10.406/2002 diz que o empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência com a documentação respectiva, e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico.

Ou seja, toda empresa - independentemente do seu tamanho - deve ter seus livros contábeis escriturados. E somente um contador com registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC) pode elaborar e assinar esses livros. Outro motivo pelo qual uma empresa pequena deve contratar uma assessoria contábil.

Microempreendedor Individual (MEI) também deve ter um assessor contábil?

Segundo a legislação brasileira, o microempreendedor individual é o único que não é obrigado a efetuar os registros contábeis. Mas isso não quer dizer que ele não pode se beneficiar dos serviços de uma assessoria contábil.

O MEI pode contar com a orientação de uma empresa de contabilidade em processos como: apontamento de seus rendimentos no IRPF, transferência de lucro para a pessoa física e em questões trabalhistas, já que ele pode contratar até uma pessoa.

E caso o negócio se torne um sucesso, e o MEI precise alterar a categoria do mesmo, a contabilidade pode guiá-lo nesse processo.

 

Conclusão

Embora existam muitas empresas de contabilidade no mercado, encontrar uma que tenha o perfil ideal para o seu negócio não é uma tarefa simples. Isso acontece porque trata-se de um campo muito amplo e cheio de especificidades em cada setor.

Antes de contratar uma empresa, vários fatores precisam ser observados. Ao ler nossas dicas para acertar na escolha da empresa de contabilidade que irá atender o seu negócio, você perceberá que a Balan-Set é a ideal para você.

A empresa está no mercado há mais de 40 anos, e sua equipe é formada por profissionais experientes e preparados para grandes desafios, comprometidos em gerar serviços de qualidade com foco nas necessidades de cada cliente.

Entre em contato com a Balan-Set e saiba o que a empresa pode fazer por você!

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Uma das dúvidas mais comuns entre os empreendedores que desejam abrir uma empresa está relacionada a escolha do regime tributário, principalmente entre o Simples Nacional e o MEI (Microempreendedor Individual).

Você é um deles? Então continue a leitura! Nós iremos apresentar as características dos dois sistemas para que você possa entender a diferença entre eles.

Simples Nacional

Também conhecido como supersimples, o simples nacional é um sistema tributário que agrupa 8 tributos (IRPJ, CSLL, PIS/PASEP, Cofins, IPI, ICMS, ISS e CPP) em um único cálculo e arrecadação.  

As alíquotas desse regime variam conforme o setor e o faturamento da empresa, mas segundo o SEBRAE, esse sistema oferece uma economia de até 80% para as empresas.

Para calcular o imposto é preciso usar a tabela do Simples Nacional e verificar qual é a faixa da receita bruta dos últimos 12 meses. Dessa forma, o empresário saberá o percentual a ser pago de imposto ao Simples Nacional.

Para que uma empresa enquadre no Simples Nacional, ela deve ser, antes de mais nada, uma ME (microempresa) ou EPP (empresa de pequeno porte). Além disso, seu faturamento bruto não pode ser superior a R$ 4.800.000,00.

Além de uma menor tributação, o Simples Nacional também oferece uma maior facilidade no atendimento da legislação tributária, previdenciária e trabalhista. E a maioria das empresas que optam por esse regime, não precisam apresentar a Declaração de Débitos e Créditos de Tributos Federais e de outros demonstrativos e declarações específicos.

MEI

microempreendedor individual (MEI) é a forma mais utilizada para se empreender no Brasil. Ela foi criada pelo governo federal como forma de legalizar os profissionais autônomos e segundo dados do Portal do Empreendedor já são mais de 7 milhões de MEI no Brasil.

Como o próprio nome já diz, o Microempreendedor Individual é aquele que trabalha por conta própria, podendo ter no máximo 1 funcionário.

Para se enquadrar nesse sistema, o empreendedor não pode ser sócio, administrador ou titular de outra empresa e deve ter um faturamento anual de no máximo 81 mil reais.

Ao se registrar no MEI, o empresário pode solicitar seu CNPJ sem custos e sem burocracia. Ele também recebe isenção de diversos tributos federais (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, PIS, Cofins, IPI e CSLL), passa a ter acesso a produtos e serviços bancários, bem como usufruir de direitos e benefícios previdenciários.

A arrecadação de tributos em relação ao MEI é mais barata e feita de forma unificada, devendo ser paga mensalmente.

Conclusão

Além do Simples Nacional e do MEI, também existem os regimes tributários do Lucro Presumido e do lucro Real.

Antes de escolher o regime tributário de uma empresa é recomendável que o empresário consulte um contador profissional.  O enquadramento errado pode fazer com a empresa acabe pagando tributos maiores, prejudicando a saúde financeira do negócio.

A escolha entre MEI ou Simples Nacional é uma das decisões que o empreendedor terá que fazer ao abrir um negócio. Confira quais são as burocracias que ele enfrentará para realizar o sonho de ser o seu próprio patrão.

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Quem deseja ter seu próprio negócio, precisa pensar em vários detalhes burocráticos, financeiros e organizacionais. Quando o empreendedor já possui um negócio ou trabalha em uma área ligada a abertura de empresas, pode ser mais fácil começar seu próprio empreendimento.

Já para os empreendedores de primeira viagem, pode ser um pouco mais difícil. Mas existe algumas formas de tornar esse processo mais seguro e tranquilo, deixando-o menos parecido com um “jogo de adivinhação”.

Um deles é aprender com empresários de sucesso, como Bill Gates da Microsoft ou Steve Jobs da Apple. Para isso, separamos algumas lições que são conhecidas tanto pelos grandes, quanto pelos pequenos donos de negócio. Confira!

1 – Busque orientação e conte com o apoio

O processo para abrir um negócio pode ser mais tranquilo, se você buscar informações em sites confiáveis e contar com a orientação de profissionais especializados.

Procure conhecer a trajetória das empresas que te inspiram. Descubra como surgiu a ideia para fundá-las, os desafios que cada uma enfrentou e como elas superaram os obstáculos que surgiram ao longo do caminho. Todo esse conhecimento, te deixarão preparado para o que vier pela frente.

Além disso, você pode contar com a ajuda de entidades como o Sebrae. Elas oferecem diversos cursos para que você se torne um empreendedor de sucesso.

 

 

2 – Ame o que você faz e seja o melhor nisso

Todos os anos, especialistas da área de empreendimento indicam setores que são promissores para investir. Apesar dessa dica ser muito boa, ela não deve ser levada ao pé da letra.

Mais importante que investir em um setor promissor é investir em uma área que você realmente goste e tenha afinidade. Quando você ama o trabalho que você realiza, você fica mais forte para enfrentar as dificuldades que ele te propiciará e se empenha mais para garantir que ele seja um sucesso.

Além disso, o seu negócio não precisa ser totalmente revolucionário. Mas ele deve ser o melhor da área no qual atua. Por isso, fique de olho em sua concorrência. Conheça os pontos fracos e os limites deles e faça com que eles sejam perfeitos em seu negócio.

 

 

3 – Transforme obstáculos em oportunidades

Uma das frases favoritas de Steve Jobs era “Não importa. Tente outra vez. Fracasse outra vez. Fracasse melhor.”, do escritor irlandês Samuel Beckett. Ou seja, não desista na primeira dificuldade que enfrentar.

Quem abre um negócio vai, impreterivelmente, lidar com inúmeros problemas. Eles surgem antes mesmo da abertura, nos primeiros meses de vida do negócio e continuam aparecendo anos após a inauguração. Por isso, você deve estar preparado para eles!

Ao lidar com um problema, seja na vida pessoal ou profissional, gaste um tempo analisando-o. Procure entender quais foram as causas para ele surgir, e como você pode evitar que isso aconteça novamente.

Quem decide abrir um negócio deve ter proatividade para vencer os obstáculos. Não dá para confiar na sorte, ou que “no final tudo vai dar certo”, pois isso não é realidade.

Além disso, é importante que o empreendedor tenha calma para lidar com as obrigações relacionadas ao negócio. Uma coisa de cada vez! Tentar lidar com tudo, de uma vez, reduz sua produtividade, bem como a qualidade de seu serviço.

Esperamos que essas lições o inspire! Como já dissemos, busque sempre o conhecimento. Por isso, curta nossa página no Facebook e fique por dentro de nossos artigos e dicas.  

Balan-Set

São mais de 40 anos de atividades e mais de 700 clientes conquistados, a Balan-Set permanece em seu processo de expansão e aperfeiçoamento profissional.

Sempre com o mesmo princípio de relacionamento, que considera cada empresa mais do que um cliente, um parceiro.

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