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Uma boa estrutura organizacional impacta diretamente na produtividade de sua equipe. Com ela, você consegue gerenciar as demandas que chegam até ela, saber qual o momento certo para contratar novos funcionários, criar planos de carreira que satisfaçam seus colaboradores e muito mais.

A estrutura organizacional é fundamental para que uma empresa mantenha o foco em seus objetivos.

 Afinal, o que é estrutura organizacional?

 O termo estrutura organizacional se refere aos modos pelos quais uma empresa organiza suas tarefas e responsabilidades e como seus colaboradores são alocados na empresa.

 Ela possui as descrições das funções de cada colaborador e explica os processos formais de comunicação, bem como é a dinâmica de tomada de decisão de uma empresa.

 Além da estrutura organizacional formal, as empresas também costumam ter estruturas organizacionais informais. A estrutura informal é estabelecida por meio das relações interpessoais. Ela não é oficial e   não define a interação entre os setores, refletindo apenas as ligações espontâneas que se formam entre os colaboradores.

 

E por que uma estrutura organizacional é tão importante?

Como adiantamos na introdução desse artigo, a estrutura organizacional de uma empresa está diretamente ligada a produtividade de sua equipe. Afinal, ela pressupõe uma divisão inteligente do trabalho.

Quando todos dentro de uma empresa sabem quais as responsabilidades que possuem, os processos tendem a andar com mais eficiência e as soluções de problemas também acontecem com maior

rapidez. Isso tudo também é facilitado pelo fluxo de informação, que fica bem mais definido.

A estrutura organizacional também é importante para manter os seus colaboradores motivados, pois, ao ter os cargos bem definidos, todos conseguem enxergar as possibilidades de crescimento.

 E como montar sua estrutura organizacional?

 -Conheça sua empresa

 A estrutura organizacional vai depender da forma que você deseja que a empresa trabalhe. Existem basicamente duas estruturas organizacionais: horizontal ou vertical. 

 Empresas que tem em seu cerne a criatividade tendem a ter uma estrutura hierárquica horizontal, pois o ambiente de trabalho dessas empresas tende a ser mais colaborativo. A vantagem   desse   modelo é que há um sentimento geral de participação e isso tende a motivar os funcionários.

 

Já nas empresas verticais, os diretores estão distantes e possuem poder centralizado. Nesse tipo de empresa, os funcionários contam com regras e procedimentos que devem ser respeitados. É comum ser encontrada esta estrutura em empresas com muitos funcionários e que necessite de uma padronização.

-Escolha o modelo organizacional ideal à sua empresa

Os modelos mais comuns são o projetista e o funcional. No organograma funcional a empresa tem aquela divisão clássica de setores: o financeiro, o comercial, o RH, o marketing, a equipe de vendas, e por aí vai.

Mas se falamos do modelo projetista, vamos identificar uma empresa formada por núcleos interdependentes, que estão ali para resolver o problema do cliente do início ao fim.

- Não deixe para depois

A última dica aqui é talvez a mais importante: pense na estrutura organizacional da sua empresa desde do momento que decidir abrí-la. Isso vai ajudar a ter uma visão clara e objetiva da cultura organizacional que você pretende implementar.

Iniciar com menos funcionários e ir aumentando o quadro, estabelecendo gerentes e demais graus hierárquicos é mais fácil do que ter de alterar todo o modelo estrutural de uma empresa posteriormente.

Conclusão

A estrutura organizacional permite que você corrija erros estruturais, realoque pessoas, e tenha todos os benefícios que uma boa organização traz: menos prejuízos, eficiência e maior produtividade.

 

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Quem nunca pensou em abrir um negócio, seja por motivações financeiras, como estar desempregado, ou por justificativas pessoais, como ter autonomia em seus horários?

 A ideia de “ser o seu próprio patrão” atrai diversas pessoas, mas poucas delas realmente coloca-a em prática. E as duas principais razões para isso, são: não saber como fazer isso e o medo de investir capital na abertura de um negócio e acabar perdendo um dinheiro que demorou anos para ser acumulado.

Você deseja abrir um negócio, mas um desses motivos está te impedindo de fazer isso? Te daremos algumas dicas, e esperamos que, após lê-las, você se sinta mais seguro para colocar seus planos em prática.

 1 – Perfil de empreendedor

 Antes de pensar no negócio propriamente dito, é preciso despender algum tempo em uma autoavaliação, para descobrir se você possui o perfil de empreendedor.

 Você está disposto a enfrentar os desafios de abrir seu próprio negócio? Tem paciência e resiliência para lidar com os ônus antes de poder usufruir do bônus? Está disposto a trabalhar de domingo a domingo, de 12 a 16   horas, para fazer com que o negócio dê certo?

 Essas são algumas das questões que você deve responder, honestamente, para descobrir se deve ou não abrir um negócio. Além disso, quanto mais você sabe sobre você mesmo, mais saberá onde pode pisar e onde   deverá tomar cuidado.

 

2 – O negócio ideal para você

Quando uma pessoa começa a pensar na ideia ter seu próprio negócio, ela passa um bom tempo, tentando pensar em um negócio original e único. Mas são raras as pessoas que conseguem ter uma ideia revolucionária.
E isso não deve ser um empecilho!

Se você observar o mercado, perceberá que os pequenos, e até os grandes negócios, são versões aperfeiçoadas de ideias de negócios que já existiam.

Então, quer descobrir qual negócio é o ideal para você? Repare o mercado, veja o que está faltando ou o que pode ser melhorado e invista nisso!

O importante é que o seu negócio seja algo que você ame fazer. Pois quando você faz o que gosta, tem melhores condições de "fazer melhor”, aumentando as chances do negócio dar certo.

 

3 - Estude

 Falamos na introdução do artigo que um dos principais motivos para as pessoas não abrirem um negócio é não saber como fazer isso. Para resolver esse problema, busque ler livros e sites que falem sobre o tema e faça   cursos sobre empreendedorismo e gestão.

 Quanto mais conhecimento você tiver, mais seguro se sentirá para tomar decisões. Para ter um negócio é preciso que você tenha em mente que o risco sempre vai existir, mas que o medo que o impede de assumi-lo   pode ser minimizado com conhecimento.

 Além disso, conheça negócios similares ao que você deseja abrir. Dessa forma você fica por dentro dos problemas enfrentados pelo tipo de negócio e quais soluções estão sendo adotadas.

 

4 – Planeje

Sabe o medo de perder todo o capital investido, que citamos na introdução deste artigo? Ao realizar um bom planejamento estratégico você reduz as chances de isso acontecer.  

Construa um plano de negócios realista com informações verdadeiras obtidas através de um estudo de mercado, de planejamento financeiro, fluxo de caixa, previsão de vendas, entre outros. Também é fundamental
que você pense no preço de venda, volume de venda e estrutura compatível.

Outro aspecto importante do planejamento envolve dinheiro. Dificilmente um negócio dá lucro logo nos primeiros meses, por isso, tenha uma boa reserva financeira. É com ela que você irá gerir seu negócio durante
o período que seu faturamento não for o suficiente para pagar todas as contas.

 

 5 – Conte com ajuda!

 Se você se sente inseguro para abrir um negócio sozinho, procure por alguém que possua o conhecimento necessário e que seja de sua confiança para ajudá-lo nesta empreitada!

 Um sócio pode ser uma pessoa com um vasto conhecimento técnico ou de mercado que é essencial para o negócio ou uma fonte de recurso financeiro para o início das atividades da empresa.

 Mas que para essa sociedade seja saudável e produtiva, é importante combinar antecipadamente todas as regras.

 

 

6 – Setor indispensável do seu negócio

Ao abrir um negócio, é preciso pensar em muitos detalhes e tomar importantes decisões.  Para que nenhuma dessas decisões influenciem seu negócio de forma negativa, é recomendável contar com a orientação de
uma empresa contábil.

Ela te orientará quanto a natureza jurídica da empresa, onde a mesma se estabelecerá, além de outros aspectos como valor capital social para início das operações e o planejamento financeiro.

Conclusão

Se você quer ter sucesso em qualquer coisa na vida, precisar investir nela. Seja esse investimento em dinheiro ou tempo. E quem decide abrir seu próprio negócio geralmente tem que investir os dois!

Mas com muita dedicação é possível transformar esse sonho em realidade.

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Pensando em abrir um negócio?  Ou sua empresa já está no mercado a um tempo? Isso não importa! O melhor momento para se contratar uma empresa de contabilidade é agora mesmo. Isso porque, dentre todos os setores de uma firma, o financeiro é um dos mais importantes e estratégicos.

Quer saber por que? Então continue a leitura! Nós iremos te mostrar o papel da contabilidade em uma firma e porque ela é tão importante para ela. Também te ajudaremos a descobrir o que você precisa levar em conta, na hora de escolher uma empresa de contabilidade para seu negócio.

O papel da contabilidade em uma empresa

Você sabia que a Legislação Brasileira diz que toda empresa deve ter seus livros contábeis escriturados? E que somente um contador com registro no CRC (Conselho Regional de Contabilidade) pode elaborar e assinar os livros contábeis? Então se você vai abrir um negócio, saiba que de qualquer forma terá que investir em uma consultoria de contabilidade.

Além disso, quando você tem uma assessoria contábil te ajudando desde do início da abertura do seu negócio, você evita um possível prejuízo financeiro devido a escolha errada do regime tributário.

Quando o seu negócio já está estabelecido, uma empresa de contabilidade pode te ajudar a controlar de maneira eficaz as finanças de uma organização. Esse setor te informa o valor de seus ativos, passivos, receitas, custos e despesas; bem como acompanha a rentabilidade e lucratividade do negócio.

Essas informações disponibilizadas pela contabilidade são de extrema importância para quem vislumbra ou busca crescimento e aumento da entrada de dinheiro no empreendimento, pois são elas que guiarão as escolhas dos investimentos e te indicarão quais gastos são desnecessários.

Ou seja, uma assessoria contábil te ajuda a escolher sempre a melhor forma de conduzir seus recursos e evite assim que ela tenha que fechar por falta de dinheiro. Ela é responsável por oxigenar todos os setores de uma firma, pois fornece a eles, todo capital necessário para o seu funcionamento. Então, quanto mais conhecimento e experiência a assessoria contábil possui, melhores os recursos de um negócio serão gerenciados e maiores as chances dele crescer e se desenvolver.

Agora que você sabe o papel da contabilidade em uma empresa e a importância dela para um negócio, confira quais detalhes você deve prestar atenção ao contratar uma consultoria de contabilidade.

Mas o que devo levar em conta na hora de contratar uma empresa de contabilidade?

Como dissemos, uma boa empresa de contabilidade pode fazer que seu negócio cresça e se desenvolva, da mesma forma que uma má empresa de contabilidade pode levar sua firma a falência.

Por isso, a decisão de qual consultoria de contabilidade irá cuidar dos recursos do seu negócio, deve ser tomada com muito cuidado. Para te ajudar nessa escolha, pontuamos alguns pontos importantes que devem ser levados em conta.

- Qual a necessidade do seu negócio?

A necessidade da sua firma é fiscal? Tributária? Trabalhista? Analise, de maneira detalhada, se a consultoria de contabilidade possui realmente condições de atender a todas as suas demandas.

O mais recomendável é contratar uma assessoria contábil que possui profissionais de todas as áreas da contabilidade, como a Balan-set.

- Como é a equipe da empresa de contabilidade

Para poder desempenhar suas atividades de forma legal, a empresa de contabilidade precisa estar registrada junto ao Conselho Regional e ao Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Isso também é válido para as empresas que trabalham de forma online.

- Como você terá acesso às informações?

Como nós dissemos, uma das principais tarefas de uma empresa de contabilidade é fornecer dados importantes para tomadas de decisões. Por isso você deve avaliar como são os modelos de relatórios enviados pela consultoria de contabilidade em questão.

Além disso, faça uma pesquisa para conferir se a companhia torna públicos, os nomes e avaliações dos clientes que atende.

- Como será feito o pagamento dos tributos?

Não é recomendado contratar uma assessoria contábil que exija que você repasse o dinheiro para realizar o pagamento de tributos. O indicado é que ela mande esses documentos para você em dia e a tempo para que não haja atraso no pagamento.

Conclusão

Ao longo desse artigo, nós te mostramos que contabilidade é extremamente importante para um negócio, pois mantem os dados contábeis em equilíbrio garantindo a vida e o crescimento saudável da sua organização.

Então, quando pensar em qual a melhor hora de contratar uma empresa de contabilidade, essa hora é agora!

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Muitas empresas perdem, mensalmente, valores consideráveis por não saberem controlar seus custos operacionais. Para que sua empresa não seja uma dessas, reunimos algumas dicas para que você reduza os custos de sua empresa e evite que seu dinheiro pare na lixeira.

Reduzindo os custos da sua empresa

Para que você saiba quais custos podem ser reduzidos ou até mesmo cortados, é preciso que você tenha uma visão global de todas as finanças da sua empresa e conheça detalhadamente as entradas e saídas do seu caixa.

Ter um fluxo de caixa te ajuda a saber quais recursos podem ser limitados, sem que isso afete os resultados da companhia.

Então, mantenha o histórico de entradas e saída da sua empresa sempre atualizado.

Outro detalhe que você precisa estar atento é quanto aos processos de trabalho da sua empresa. Ter um conhecimento profundo sobre eles, permite que você descubra outras formas de realizar um mesmo trabalho de forma mais eficiente e com custos menores.

Foque inicialmente nos processos de trabalho mais importantes e mais custosos para sua empresa, como o setor financeiro, por exemplo – afinal, com as finanças em dia é muito mais fácil encontrar gargalos.

Agora, vamos às dicas práticas para que você reduza os custos da sua empresa?

1 – Cortando pequenos gastos

Alguns itens, isolados, não representam um custo muito grande, mas quando somados podem pesar bastante nas finanças da empresa. Por isso, faça um levantamento de todas as suas despesas do dia a dia, tais como:

·         energia elétrica;

·         água;

·         material de manutenção e limpeza,

·         cópias e reproduções;

·         táxi, motoboy e despachantes;

·         suprimentos de informática;

·         internet;

·         copos de água e café;

·         lanches;

·         alugueis e condomínio, etc.

Você pode, por exemplo, reduzir o gasto com energia elétrica realizando mudanças na estrutura da empresa, nos equipamentos e nos hábitos. Aproveite melhor a luz natural, abrindo janelas; troque as velhas luminárias por modelos que usam lâmpadas mais eficientes e têm espelhos para refletir a luz; oriente os funcionários a apagar as luzes de um ambiente quando saírem deles.

É um bom momento para você conversar com os seus fornecedores para avaliar sobre uma redução dos preços contratados ou um maior prazo de pagamento ou, ainda, considerar a troca por um novo fornecedor, que consiga oferecer um preço menor no produto ou serviço ofertado.

2 – Avalie seus custos com o pessoal

Um dos maiores custos de uma empresa é com o pessoal. Por isso, converse com a equipe do RH e verifique o rendimento de suas equipes. Em algumas situações, não é necessário fazer demissões, mas redirecionamento de cargos ou realocação de funcionários entre departamentos podem melhorar a eficiência operacional.

Terceirizar algum setor também pode garantir redução de custos, desde que as funções não incluam a atividade-fim da empresa. Profissionais requeridos esporadicamente podem ser retirados do quadro fixo e contratados somente quando necessários. Mas lembre-se que ao cogitar a possibilidade de demissões é importante calcular qual será o seu gasto com as dispensas.

Outra opção para reduzir os custos com pessoal é usar o home office. Ao contratar colabores para realizar um trabalho de forma remota, você pode economizar gastos com energia, telefone, mobiliário, materiais de escritório e até mesmo aluguel de salas.

3 – Regime de Tributação

O custo com impostos e tributos pagos pelas empresas no Brasil é muito alto. Mas algumas empresas chegam a pagar mais caro por escolherem um regime de tributação errado. O indicado é contratar uma consultoria especializada antes de fazer essa escolha.

Procure seu contador e simule os gastos do seu negócio nos regimes de Lucro Presumido, Lucro Real e Simples Nacional, pois cada um conta com alíquotas e deduções próprias, que podem diferenciar muito de uma empresa para a outra.

Conclusão

Apesar de ser você que vai definir quais reduções serão realizadas, é interessante que você converse e envolva sua equipe nesse processo. Eles são os protagonistas da redução de custos.

Para fazer com que seus funcionários se sintam motivados em cumprir os objetivos de redução definidos, você pode usar parte da economia para premiar o time quando elas forem atingidas. Essa estratégia pode ser utilizada em metas que envolvam itens como material de escritório, energia e manutenção de equipamentos.

Reduzir os custos da sua empresa é uma ação muito importante para o crescimento de sua empresa. Isso, aliado à gestão de bons investimentos.  Então aplique as dicas que demos e melhore a performance de sua empresa.

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Você sabia que a organização, ou desorganização, das suas finanças pode afetar a sua saúde física e psicológica? Quem, por exemplo, passa por dificuldades financeiras e não sabe se terá dinheiro para pagar todas as contas, pode ver sua produtividade no trabalho diminuir ou se tornar uma pessoa mais sensível, que se estressa com qualquer coisa.

Ou seja, ao cuidar de suas finanças, você também está cuidando da sua saúde e da saúde de sua família.

Quem não tem o hábito de gerenciar suas finanças, geralmente acredita que fazer isso dá muito trabalho. Mas a verdade é que isso depende de duas simples ações: planejamento e organização.

Gerenciar as suas finanças não significa necessariamente sair do vermelho, mas ter um controle eficiente dos seus gastos, para que dessa forma você tenha chances de poupar, investir e conquistar seus sonhos.

Quer mais dicas do que fazer para gerenciar suas finanças? Então continue a leitura!

1 – Separe um dia para pensar no seu orçamento

Separe um dia do mês para organizar a sua vida financeira. Neste dia, monte uma planilha em um caderno ou no Excel, o que for melhor para você, e coloque todos os seus gastos fixos (aluguel, água, telefone, plano de saúde, mensalidade da faculdade, etc.), dívidas e gastos eventuais.

Insira também todas as suas receitas, tais como salário, ganhos eventuais etc.

2 – Defina prioridades

Caso você descubra, após montar a planilha mensal, que suas finanças estão em desequilíbrio – os gastos estão maiores que as receitas – pare. É preciso que você dispense um tempo para analisar suas despesas, e assim descobrir qual delas é supérflua e pode ser reduzida ou cortada.

Você pode, por exemplo, trocar o seu plano de telefone ou de saúde. Diminua os passeios e as idas a restaurantes. No início, pode ser um momento difícil que requer disciplina, mas lembre-se que é necessário e transitório.

3 – Tenha objetivos financeiros

Determinar qual é o motivo pelo qual está guardando dinheiro é o maior incentivo para economizar, pensando duas vezes antes de gastar dinheiro com qualquer coisa.

É importante ressaltar que seus objetivos financeiros precisam ser atingíveis, de acordo com o seu padrão de vida, para que você não se sinta frustrado por não conseguir realizá-lo.

Determinar aquilo que você pretende alcançar é essencial para o controle e a boa execução do planejamento financeiro e, consequentemente, para atingir a situação financeira que você deseja.

4 – Anote sempre

Não dá para gerenciar suas finanças se você não anotar todos os gastos. Para funcionar é importante não deixar de registrar nem mesmo os pequenos gastos, como chicletes, pequenos lanches, revistas, etc. Por mais que o valor pareça muito baixo para impactar seu orçamento, quando somadas, estas pequenas despesas podem fazer a diferença no final do mês.

Para facilitar esse controle, conte com a ajuda de um gerenciador financeiro. Existem diversas opções no mercado, que permitem que você acrescente os gastos do seu computador ou smartphone.

5 - Aprenda a gastar o seu dinheiro

A maioria das pessoas se preocupa em aprender como ganhar dinheiro, mas não como usá-lo. Por exemplo, sempre que possível, opte por comprar à vista. Controle a ânsia de consumo, junte recursos e adquira o produto ou serviço pagando de uma só vez. Isso aumenta o seu poder de barganha na hora da compra, permitindo descontos e outras vantagens. Além disso, você evita gerar uma dívida de vários meses para ser paga.

Quando você aprende a gastar o seu dinheiro, você tende a reduzir as despesas de modo inteligente para que você possa utilizar seu dinheiro de outra forma.

 

6 – Poupe...

Poupar uma porcentagem do seu salário é muito importante para que você não tenha que se endividar por alguma surpresa que surgir ao longo do mês. Esse valor deve estar incluso na planilha de orçamento mensal.

O ideal é que você poupe cerca de 10% a 15% do seu salário, sempre no início do mês para evitar gastar esse dinheiro em outra coisa que não seja necessário.

 

7 – ...e fuja do crédito fácil

As grandes ameaças para um gerenciamento de finanças são as linhas de crédito como a do cheque especial e a dos cartões. As taxas de juros são maiores e a pessoa é seduzida pela facilidade em contrair a dívida. Mas lembre-se que dinheiro fácil custa muito mais caro.

 

8 – Disciplina

Nada do que dissemos até agora funcionará, se você não tiver disciplina para organizar as suas finanças. As tentações do consumo surgem a todo instante e é preciso se manter permanentemente focado no objetivo financeiro. Quando você se sentir tentado a comprar algo que não estava planejado, dê uma volta e pesquise os preços em outros lugares, ou espere alguns dias. Assim, você descobrirá se realmente precisa daquilo.

Conclusão

Saber como controlar as finanças pessoais é uma questão de hábito. Quanto mais você praticar, mais simples ficará.

Comece agora mesmo a organizar as finanças pessoais. Com essas dicas, a tarefa será menos complicada!

Balan-Set

São mais de 40 anos de atividades e mais de 700 clientes conquistados, a Balan-Set permanece em seu processo de expansão e aperfeiçoamento profissional.

Sempre com o mesmo princípio de relacionamento, que considera cada empresa mais do que um cliente, um parceiro.

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